A paisagem da minha infância renasceu hoje de novo mesmo na minha janela… Começou a nevar e recordei os meus velhos tempos de infância em que nevava de uma forma mais regular do que agora. Para ver neve de um forma mais regular só indo mesmo, neste pais de brandos costumes, à Serra da Estrela, que por curiosidade também avisto da minha janela nos dias em que o tempo assim o deixa…
Como eterno SONHADOR e APAIXONADO pela VIDA que a neve desperta sentimentos de NOSTALGIA em mim. As minhas brincadeiras de criança em que guardava a neve dias a fio para nunca mais a perder, mas que ao fim de um dias chegava à conclusão que a neve não era mais do que a água num dos seus três estados possíveis. Lembro-me mesmo dessa passagem nos tempos em que andava na escola primária de arranjar uma lata de Nesquik para guardar a neve.
O que me deixa FELIZ é mesmo eu da minha janela e com o meus olhos poder contemplar tamanha BELEZA da neve a cair. Sinto mesmo FELIZ, CONTENTE, eu sei lá mesmo o que sinto, NOSTÁLGICO pois encontro-me a recordar os tempos da minha infância em que por vezes não havia escola em virtude da queda de neve.
Para terminar este post deixo um vídeo de título “”Cai Neve Em Nova York” cantando José Cid…
Para tentar terminar o ano com algumas das músicas que me enchem o coração e me fizeram renascer uma alma que poderíamos chamar de um pensador de ideias e sonhos. Pois como diria o poeta António Gedeão – “(…) Eles não sabem, nem sonham, /que o sonho comanda a vida, / que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.“, tudo nasce de um sonho, a mais ínfima das nossas acções nasce do sonho e em cruzamento de ideias e frases de escritores/poetas, o Poeta Fernando Pessoa, escreveu que “Deus Quer, o Homem Sonha e a Obra Nasce…“.
A vida e todo o futuro que ela sobeja só tem sentido se amarmos e tolerarmos e se formos amados e tolerados como se dos últimos seres humanos fossemos à face da Terra. Entregarmos-nos de alma e coração a todos quantos nos rodeiam… O Amor não e Tolerância não tem barreiras ou limites… Há que libertarmos o melhor que há em nós e termos a arte de saber perceber a diferença, tornando-a um alto valor a ter em conta na nossa curta passem pela peça de teatro que é a nossa VIDA.
Assim deixo aqui dois vídeos o primeiro dos The Black Eyed Peas – I Got A Feelin’ e o segundo de Glee – Glee Cast – Imagine with deaf college. Cada um deles marcou-me neste fim de ano… e deu-me força para enfrentar com mais força e renascer como um Fénix cada vez que me senta menos bem…
Os meus sinceros, singelos e humildes Votos de Felicidade para o Ano de 2010 para todos quanto visitam este meu pequeno blog pessoal… e o meu muito obrigado aos meus amigos e amigas que me têm permitido sonhar e participar em muitos dos seus sonhos… O meu muito BEM-HAJA…
Uma mensagem quer seja de Natal, Ano Novo, de amor, de reclamação ou qualquer outro tipo de finalidade tem sempre um público-alvo. Esta minha sincera e singela mensagem tem como destinatários todos os meus amigos e inimigos, conhecidos e desconhecidos, os tristes e os alegres, os altos e os baixos, os loiros e os morenos, os gordos e os magros, a todos se destina desde que recebam esta mensagem de coração e alma aberta… pois tudo o que é recebido com alguma receptibilidade tem muito mais prazer e dá muito mais vontade de saborear os verdadeiro sentido das palavras…
Tenho amores que poderia desvendar nesta mensagem de Natal e dedicar-lhes todas e mais algumas palavras, mas todas seriam poucas para definir e descrever todos os sentimentos que sinto, pois teria que descrever um dicionário com adjectivos qualitativos de tão BELO e LINDO que é a palavra AMIZADE, sim. Antes do AMOR, e de se ter um verdadeiro AMOR, nasce uma AMIZADE que deve ser devidamente validada do ponto de vista da sua solidez humana.
Como já referi num dos posts deste blog, podemos não querer AMAR, mas somos obrigados, sim isso mesmo OBRIGADOS a TOLERAR, todos quantos nos rodeiam, pois só assim conseguiremos construir uma relação social com todos quantos convivemos na nossa vida quer pessoal, quer profissional. Todos os dias temos que revelar mais um bocadinho da nossa bondade para com todos os seres vivos que nos rodeiam. É como criar um sistema de gestão de emoções e sentimentos, para a construção de uma relação de AMIZADE, ou quem sabe de AMOR para com o futuro entre duas pessoas. Tudo quanto fizemos pelo BEM-ESTAR dos que nos rodeiam será pouco em virtude de que o BEM que fizemos aos outros permitir-nos-á também procurar atingir o nosso bem-estar. Pratica-se o BEM, fazem-se boas acções, pratica-se o MAL, fazem-se maioritariamente más acções, isto sempre seguindo uma lógica de pensamento positivo, pois tal e qual como num jardim em que as flores sejam a vida e alma deste, se tratarmos e alimentar-mos as flores e plantas existentes num jardim elas tornar-se-ão mais belo e quem o admirar ficará contente em observar a beleza que transparece e transpira o Jardim.
Pautando a minha vida cada vez mais em ideais que permitem alcançar ou caminhar para uma paz de espírito e bem estar dos que me rodeiam. Isto tudo em prol da HARMONIA e AMOR de todos quantos me conhecem pessoalmente ou meramente me reconhecem, como sendo o Helder Rodrigues. Nunca ao longo da minha, desde que sou gente e tenho a pura consciência do que faço, e tenho a plenitude do pensamento livre de fazer o que penso, que eu tenho tentado pautar a minha singela vida de actor neste mundo que não é mais que um cenário de um filme ou peça de teatro, em que todos nós lutamos pela FELICIDADE. Uns encontram-na na sua PLENITUDE mais cedo do que outros, outros vão alcançando-a parcialmente ou em diversas fases da sua vida, outros nunca a atingem e por fim outros ainda procuram, procuram mas a sua VIDA é feita de FELICIDADE, que por vezes resulta em INFELICIDADE , sendo o que se chama o lufa-lufa da vida que persiste em não dar um sinal de FELICIDADE constante ou semi-constante. A FELICIDADE total também aborrece, pois não sermos contrariados e termos só momento de FELICIDADE, acarreta muitas vezes o aparecimento de um pequeno obstáculo a incapacidade de voltar a erguer-mo-nos e caminharmos em frente em busca da tão almejada FELICIDADE. Mesmo para quem não a consegue atingir recomenda-se a procura do BEM-ESTAR e HARMONIA do seu ESPÍRITO. O acto de nos sentirmos bem como nós próprios é meio caminho andado para nos sentirmos bem com os outros que nos rodeiam.
Até nos momentos de ADVERSIDADE se deve procurar o BEM-ESTAR, pois só deste modo se pode alcançar a PLENITUDE e estado de GRAÇA com o nosso corpo e mente, pois nenhum deste funciona um sem o outro, nem o corpo sã sem a mente sã e vice-versa. Existem casos claros na nossa sociedade em que o controlo/treino de uma mente sã permite obter resultados extraordinários. Como exemplo, dou o do nadador Michael Phelps que é talvez o atleta olímpico mais medalhado da história dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em que na escola era apontado como sendo um aluno medíocre e sem grande futuro, e em que a sua vontade de se superar e o continuo treino da sua mente e o correspondente exercício físico permitiu-lhe superar-se a si próprio (Para quem quiser saber mais e aprender mais sobre alguns exemplos LINDOS , como o do Michael Phelps, aconselho leitura do livro – “O código da Inteligência” do escritor Augusto Cury, que é actualmente o melhor escritor que já li, a par de Paul Auster). Tudo isto para explicar que se não conseguirmos andar mentalmente bem e não treinar-mos a nossa mente com tudo que mais BELO existe em nosso redor a nossa vida vai ser uma TRETA (desculpem a expressão, mas é mesmo isso que quero transmitir).
A SORTE e a FELICIDADE, procura-se, isso mesmo procura-se, mesmo quem ganha o euromilhões e que tem alguma felicidade tem que saber geri-la pois a nossa vida, é como a nossa própria empresa, que temos que gerir no dia-a-dia. O CASAMENTO (ou a vida em comum entre duas pessoas de sexos diferentes e mais recentemente também do mesmo sexo) é como uma sociedade que se faz e que se espera que perdure, mas se algum percalço acontecer, como o DIVÓRCIO, é o romper da sociedade. Os FILHOS são o futuro do nome da “empresa” que os pais fundaram… e que se espera que os filhos tenham a capacidade e salubridade de conseguir preserva-la por muito tempo. Também se poderia dizer que as doenças e factores externos da sociedade que nos rodeia, a pode destruir, sim isso é verdade. Mas uma pessoa na plenitude das suas faculdades deve ter a capacidade de fazer uma análise constante da sua vida, reorganizá-la se necessário.
Deixo agora um vídeo dos ColdPlay que uma amiga me enviou, e que muito me deliciou esta música… A amizade é assim, uma troca reciproca de afectos…
Para sugestão de leitura deixo o artigo “Afinal sou rico…” de Fabião Baptista no Jornal Reconquista. A riqueza das pessoas está nos actos que praticam para com os outros e consigo mesmo, para que se sinta bem consigo mesmo…
Espero com esta sincera, singela e humilde mensagem ter dado algum sentido de esperança a todos quantos andam perdidos de esperança… A pobreza ou riqueza das pessoas está na capacidade das pessoas procurarem juntos dos seus familiares e amigos, um rumo quando andam perdidas. Eu falo por experiência própria e sempre na primeira pessoa quando deste assunto se trata…
Há cantores que são uns verdadeiros transmissores das palavras que tocam o mais profundo do ser das pessoas, tocando-lhes o coração… O vídeo do cantor francês Charles Aznavour é simplesmente uma verdadeira dádiva de Deus… Ver e saborear como todo a alma é assim que se aprecia as palavras de uma canção… Basta abrir o coração e ouvir com emoção, tão bela canção “j’avais vingt ans” (eu tenho vinte anos)…
Posso me considerar feliz e um verdadeiro totalista da amizade, porque tenho amigos que olham por mim, quer eu esteja na “mó de cima” ou da “mó de baixo” e que me apoiam quando eu mais preciso… Mas também tenho a consciência de que tenho pessoas que não gostam de mim, para essas desejo-lhe toda a felicidade do mundo, pois um dia que precisem de mim cá estarei para ajudar todos… Entre o amor e o tolerar não podemos decidir pelo odiar…
Bem-Haja à minha amiga Beatriz que fez o favor de me enviar este vídeo para me colocar na mó de cima…
Existem músicas que nos transmitem uma energia muito positiva para a vida e nos fazem reflectir sobre a forma como a vemos que enquanto nós mesmos, quer enquanto muitas das vezes colocados na “pele” das outras pessoas. O vídeo que se segue e que apresenta a música – Blowin’ in the Wind (a resposta está no vento), obra do poeta do rock Robert Zimmerman (Bob Dylan)
Este vídeo foi um “Hino da luta” que a juventude americana e o mundo inteiro travaram e que finalmente venceram para terminar a Guerra do Vietnam.
Façam tudo para compreenderem os problemas do mundo e não se esqueçam que “a resposta está no vento…”
Há músicas que são simplesmente mágica pela mensagem que transmitem e esta é para mim, uma das minhas favoritas…
Não existe nada melhor que uma música que tonifique a mente e o corpo. Embora não seja uma pessoa que memorize todas e mais algumas músicas, tenho as minhas músicas que me fazem reviver e aprender a ver a vida de uma forma diferente… e a música que se segue é uma dessas… “I will survive” embora não seja uma música da minha era, considero-a intemporal e é como um ensinamento para a vida, nunca é demais ouvi-la em tom moderado do volume do som.
Todas as músicas têm a sua pequena mensagem e é por isso que existem. Saibamos nós interpretar correctamente todas as mensagens que nós são transmitidas e seremos certamente mais felizes com nós mesmos.
Um cantor que admiro é o Tony Carreira, este homem ou simplesmente a canções que este canta, são uma verdadeira lição de vida, basta parar e escutar com a devida atenção… Assim apresenta-se no vídeo que se segue um remix do último álbum de Tony Carreira…
Tentemos dar luz e alegria às nossas vidas, tornemos as nossas vidas coloridas, pois só assim podemos viver em plenitude e harmonia com a nossa mente, alma e corpo. Deixemos-nos levar para onde a imaginação nos quiser levar, pois sonhar nunca é demais e também é preciso criar novas ideias a0 sabor da mente solta de pressões que a actual sociedade nos impõe.
Existem palavras que dizemos e ouvimos que por vezes não nos dizem nada à primeira impressão, mas depois de reflectirmos sobre o assunto, tais palavras sabem como uma canção para os ouvidos e boca de quem as profere…
Pintar o Amor
Existem palavras que são difíceis de proferir e de perceber o verdadeiro sentido das palavras, como são o caso das palavras Amar e Gostar.
AMAR
“Em amor, mais difícil é ocultar o que se sente do que o que se sabe”
“Quem mais ama, mais madruga”
GOSTAR
“Devemos gostar de uma convicção apenas porque é verdadeira e não porque é nossa”
Para finalizar deixo um vídeo de um dos maiores artistas portugueses, José Cid, que canta e encanta com uma canção que pode ser considerada de algum modo de cariz religioso….
PENSAMENTO FINAL
Amar e gostar são quase palavras sinónimas e cheias de extremo sentimento para quem as sabe perceber no mais profundo do seu coração e ser. Amar é um sentimento mais profundo do que o gostar. Podemos gostar sem amar, mas nunca amar sem gostar…Numa amizade verdadeira, pode-se ter os dois sentimentos, gostar e amar… e os dois complementam-se..
Não precisamos de nos amar uns aos outros… apenas precisamos de nos tolerar, por isso exista tolerância entre as pessoas e as relações serão cordeais, não existindo mal entendidos e todas as pessoas por mais que não gostem umas das outras vão tentar-se compreender. Assim sendo a palavra central que deve reger as relações entre as pessoas é a palavra “Tolerância”.
Coração partido...
P.S. - Atenção que não estou in love, este post apenas serve de reflexão sobre as relações interpessoais entre as pessoas, tentando estabelecer um ponto de equilíbrio e harmonia para todos quantos lêem este blog. A paz de espírito da mente é o equilíbrio do corpo…
Muitos procuram o seu bem-estar… mas esquecem-se do bem-estar de todos quanto o rodeiam…
Sendo eu uma pessoa de causas e que vivo por causas sociais, normalmente em prol do meio onde me encontro inserido, tento levar todos quantos me rodeiam a adaptar-se a certas situações e formas de vida de saber conviver de acordo com as normas normais de boa convivência, mesmo que por vezes seja difícil…
Não há maior simplicidade do que a Regra de Ouro: tratar os outros como gostaria de ser tratado. Também conhecida como a ética da reciprocidade, este código ético afirma que todos temos o direito de ser tratados de forma justa, mas também temos a responsabilidade de assegurar a justiça para os outros. Fazer um esforço para viver segundo a Regra de Ouro pode trazer-lhe tantos benefícios que depressa se tornará num estilo de vida. Para além disso, pode mudar a vida de quem o rodeia, inclusive a sua, que ganhará uma forte lufada de felicidade pessoal. Estas 15 dicas são formas simples para cada um de nós tornarmos o mundo num lugar melhor.
Pratique empatia. Crie o hábito de se colocar no lugar de outra pessoa. De qualquer pessoa – um familiar, amigo, colega de trabalho ou até um estranho. Tente realmente perceber o que é ser outra pessoa, o que essa pessoa está a passar e porque motivo fazem o que fazem.
Pratique compaixão. Depois de compreender as outras pessoas e perceber aquilo que sentem e vivem, aprenda o que é querer terminar com o seu sofrimento. E, logo que seja possível, faça o que puder (pode até ser o mais pequeno dos gestos) para aliviar esse sofrimento.
Como gostaria de ser tratado? Na sua essência, a Regra de Ouro não significa que deve tratar alguém exactamente da mesma forma como gostaria de ser tratado, mas sim que deve tentar imaginar a forma como essa pessoa gostaria de ser tratado e agir de acordo com esse desejo. Ao colocar-se no lugar de outro, vá mais longe e procure sentir o que precisam; questione-se acerca da forma como você gostaria de ser tratada se fosse essa pessoa.
Seja simpático. Quando em dúvida, seja sempre simpático para com os outros. Quem não gosta de se sentir bem-vindo e desejado? Existem, naturalmente, momentos em que a outra pessoa pode não querer a sua simpatia e você deve estar igualmente sensível a esses desejos. Para além disso, há que saber distinguir entre ser simpático e ser intrometido.
Seja prestável. Este poda muito bem ser uma das grandes fraquezas da sociedade do século XXI. É claro que existem muitas pessoas que se desdobram para serem prestáveis, mas em geral, as pessoas preferem manter-se nas suas próprias vidas e “ignorar” um pouco as dificuldades dos outros. Não feche os olhos às necessidades e problemas dos seres humanos, procure ajudar, mesmo antes que alguém lhe peça.
Seja educado no trânsito. Outra fraqueza da sociedade moderna. As pessoas podem ser extremamente egoístas quando estão a conduzir: não queremos que ninguém se meta à nossa frente, ultrapassamos desenfreadamente tudo e todos, buzinamos, gesticulamos e verbalizamos palavras que não devemos. Terá alguma coisa a ver com o facto de estarmos isolados num veículo? É que normalmente não somos tão rudes quando nos encontramos frente a frente com outros. Conduza mais devagar e tente ser mais bem-educado na estrada.
Ouça as outras pessoas. Infelizmente, mais uma fraqueza: todos queremos falar, mas poucos querem ouvir… no entanto, queremos que os outros nos escutem atentamente. Faça questão de ouvir o que as pessoas têm para dizer, em vez de se limitar a esperar pela sua vez de falar. Esta atitude também o irá ajudar a compreender melhor os outros seres humanos.
Ultrapasse os preconceitos. Todos temos os nossos preconceitos pessoais, sejam eles baseados na cor da pele, beleza, altura, idade, ideologia política, religiosa ou sexual… faz parte da natureza humana. No entanto, também deve fazer parte da natureza humana um esforço para compreender e respeitar a individualidade de cada pessoa, afinal é isso que as faz quem são. Apesar das diferenças que nos separam, procure aquilo que possam ter em comum.
Deixe as críticas de lado. Todos temos uma veia de crítico, seja para criticar alguém que conhecemos, que acabamos de conhecer ou que nunca vimos pessoalmente na vida, só na televisão ou em revistas. É importante pensar no reverso da moeda: gostaria de ser criticado se estivesse no lugar dessa pessoa? A resposta a essa pergunta é quase sempre “não”. Restrinja essas críticas e aprenda a interagir com os outros sempre de forma positiva.
Evite controlar os outros. Ninguém gosta de ser controlado, mas há quem insista em fazê-lo. Não o faça! É um hábito difícil de eliminar mas, mais uma vez, compreenderá melhor os seus efeitos negativos nos outros ao colocar-se no lugar de quem tenta controlar. Também quer liberdade, autonomia e confiança, não quer? Então dê isso mesmo a todas as pessoas com quem contacta.
Liberte a criança que há em si. A vontade de controlar e criticar torna-se especialmente forte quando se lida com crianças. Claro que existem situações em que isso é absolutamente necessário (mais a vontade de controlar, para evitar que a criança se magoe, por exemplo), mas também existem limites. Lembre-se o que era ser uma criança controlada e criticada por adultos? Não vai querer infligir essa sensação noutras, até porque devemos deixar as crianças serem crianças.
Lembretes diários. A correria do dia-a-dia pode deixar a Regra de Ouro esquecida num canto, por isso, faça questão de se lembrar diariamente através de um e-mail enviado para si próprio, um lembrete no telemóvel ou na agenda, um mantra no seu ambiente de trabalho ou afixado na porta do frigorífico.
Seja superior a todas as formas de retaliação. O ser humano tem uma enorme tendência para “vingar-se” quando é maltratado. Embora seja natural, devemos resistir a essas vontades. A Regra de Ouro nada tem a ver com a retaliação, mas sim tratar bem os outros, independentemente da forma como essas pessoas o tratam a si. Isto não quer dizer que tem de se sujeitar a ser um tapete que todos podem calcar – há que fazer ouvir os seus direitos, mas de uma forma agradável e sem vinganças… mesmo se alguém o maltratou primeiro. Chama-se “dar a outra face”.
Personifique a mudança. Já Gandhi dizia que devemos ser a mudança que queremos ver no mundo e embora essas sábias palavras são mais depressa aplicadas a grandes conceitos como a violência, pobreza e racismo, servem perfeitamente para o nosso quotidiano. Quer que as outras pessoas o tratem com delicadeza e compaixão? Então dê o exemplo. Se o mundo não mudar, pelo menos você mudou.
Como é que se sente? Faça questão de observar a forma como as suas acções afectam os outros, principalmente quando começar a tratá-los com simpatia, compaixão, respeito, confiança e amor. Mas observe também as mudanças que ocorrem consigo. Sente-se uma pessoa melhor? Mais feliz? Mais segura? Com mais vontade de confiar nos outros? Estas mudanças dão-se de forma devagar, mas sustentada… e é maravilhoso senti-las.